sexta-feira, 13 de março de 2015



Vencedora do Desafio de Matemática

Joana Veríssimo  9ºVI



Vencedora do canguru matemático no ano anterior, Joana Veríssimo mais uma vez orgulha a nossa Escola ao vencer o desafio matemático:

"Quatro suspeitos de um crime fizeram as seguintes declarações à polícia:



António: Foi o Carlos

Bernardo: Eu não fui

Carlos: Foi o David

David: O Carlos mentiu quando disse que fui eu.



Sabendo que exatamente uma das quatro declarações é verdadeira, quem cometeu o crime?"



Resolução: Como as declarações do Carlos e do David são contraditórias, uma delas é necessariamente verdadeira. Como só uma das quatro declarações é verdadeira, então as do António e do Bernardo são falsas. Portanto quem cometeu o crime foi o Bernardo.



Parabéns Joana!


Prémio: Dois bilhetes para a peça "PIRANDELLO"



Parabéns à vencedora e um Bem-haja a todos pela Vossa Participação!

Profª Susana Martin Tenreiro




quinta-feira, 5 de março de 2015




                            
   DESAFIO MATEMÁTICO






 "Quatro suspeitos de um crime fizeram as seguintes declarações à polícia: 




António: Foi o Carlos.
Bernardo: Eu não fui.
Carlos: Foi o David.
David: O Carlos mentiu quando disse que fui eu.

Sabendo que exatamente uma das quatro declarações é verdadeira, quem cometeu o crime?"



     Resolve até dia 9 de Março 
   e envia pelo comentário. Não te esqueças de te identificar e indicar a tua turma.  A 1ª resposta correta  justificada, ganha 2 bilhetes para o teatro nacional D.Maria II,


 13 de Março -"PIRANDELLO"

Se fores aluno do ED terás outros prémios...
                 Não precisas de fazer uma única conta..


                             Boa Sorte!!




segunda-feira, 2 de março de 2015



Biografias Universales 6 (Científicos)

   

Portugal no Século XVI: Histórias de pilotos e de sábios

OUÇA AQUI O VÍDEO DA  EXCEPCIONAL CONFERÊNCIA - HENRIQUE LEITÃO




https://www.youtube.com/watch?v=TuPnpDq0M64#t=41

Portugal no Século XVI: Histórias de pilotos e de sábios

Um dos principais contributos que a ciência portuguesa deu ao mundo foi a primeira carta magnética. No séc. XVI os pilotos das caravelas portuguesas sulcavam o oceano com as suas bússolas, sem nunca perder o norte… Os dados que recolhiam permitiram aos cientistas da época realizar a primeira carta do campo magnético terrestre. A carta estará em exposição durante a conferência, com a colaboração do Museu de Marinha.


Henrique Leitão doutorou-se em Física na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Cedo enveredou pela História das Ciências, em particular pelo estudo das ciências matemáticas em Portugal nos séculos XVI e XVII.

Coordenou a comissão científica responsável pela publicação das Obras Completas de Pedro Nunes e, em 2013, foi o Comissário da exposição “360º Ciência Descoberta”, realizada na Fundação Calouste Gulbenkian. É membro de Academias nacionais e estrangeiras, nomeadamente a  Académie Internationale d'Histoire des Sciences e a European Society for the History of Science.
 É também o representante nacional na Division of History of Science and Technology da International Union of History and Philosophy of Science.
Foi-lhe atribuído o Prémio Pessoa 2014, em reconhecimento do seu “trabalho inovador de reconstrução histórico-científica do legado científico português e peninsular para a Modernidade

Escola de Verão da SPM



Aveiro recebe Escola de Verão da SPM em setembro

A Escola de Verão da SPM 2015 realiza-se entre 2 e 5 de setembro, em Aveiro.

Workshop on Mathematics e-Learning





7.º International Workshop on Mathematics e-Learning, no Porto
Nos dias 8 e 9 de junho, a cidade do Porto receberá o 7.º International Workshop on Mathematics e-Learning (e-Math 2015), um encontro internacional para docentes e investigadores em e-learning na área da matemática.

As inscrições são gratuitas e deverão ser efetuadas até 30 de maio (mais informações em https://sites.google.com/site/7themath2015/home/registration
).

PRÉMIO PEDRO MATOS



PRÉMIO PEDRO MATOS e a "MATEMÁTICA NAS ARTES"



Estão abertas as pré-inscrições para o 7.º Prémio Pedro Matos, um concurso nacional destinado a estudantes do ensino secundário, que nesta 7.ª edição terá como tema "Matemática nas Artes". As candidaturas ao concurso podem ser apresentadas individualmente ou em grupo, do qual poderá ainda fazer parte um professor do ensino secundário, enquanto orientador.



A pré-inscrição deverá ser efetuada online até 15 de março de 2015 e a entrega dos trabalhos, até dia 27 de maio. Mais informações em http://www.premiopedromatos.ipleiria.pt/.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015


Vencedor da Atividade da  Exposição de Matemática, 
"Sempre Houve Problemas",
Parabéns!!!
 Guilherme Candeias - 6ª A2


segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015


O legado de Pitágoras (1)
BBC







O legado de Pitágoras (2)
BBC 




O legado de Pitágoras (3)
BBC



quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Consulte aqui as informações  

ORIGEM DOS SINAIS



    Adição ( + ) e subtração ( - )

    O emprego regular do sinal + ( mais ) aparece na Aritmética Comercial de João Widman d'Eger publicada em Leipzig em 1489.
Entretanto, representavam não a adição ou a subtração ou os números positivos ou negativos, mas os excessos e os déficit em problemas de negócio. Os símbolos positivos e negativos vieram somente ter uso geral na Inglaterra depois de serem usados por Robert Recorde em 1557.Os símbolos positivos e negativos foram usados antes de aparecerem na escrita. Por exemplo: foram pintados em tambores para indicar se os tambores estavam cheios ou não.

    Os antigos matemáticos gregos, como se observa na obra de Diofanto, limitavam-se a indicar a adição juntapondo as parcelas - sistema que ainda hoje adotamos quando queremos indicar a soma de um número inteiro com uma fração. Como sinal de operação mais usavam os algebristas italianos a letra P, inicial da palavra latina plus.



    Multiplicação ( . ) e divisão ( : )

    O sinal de X, como que indicamos a multiplicação, é relativamente moderno. O matemático inglês Guilherme Oughtred empregou-o pela primeira vez, no livro Clavis Matematicae publicado em 1631. Ainda nesse mesmo ano, Harriot, para indicar também o produto a efetuar, colocava um ponto entre os fatores. Em 1637, Descartes já se limitava a escrever os fatores justapostos, indicando, desse modo abreviado, um produto qualquer. Na obra de Leibniz escontra-se o sinal para indicar multiplicação: esse mesmo símbolo colocado de modo inverso indicava a divisão.

    O ponto foi introduzido como um símbolo para a multiplicação por G. W. Leibniz. Julho em 29, 1698, escreveu numa carta a John Bernoulli: "eu não gosto de X como um símbolo para a multiplicação, porque é confundida facilmente com x; freqüentemente eu relaciono o produto entre duas quantidades por um ponto . Daí, ao designar a relação uso não um ponto mas dois pontos, que eu uso também para a divisão."
As formas a/b e , indicando a divisão de a por b, são atribuídas aos árabes: Oughtred, e, 1631, colocava um ponto entre o dividendo o divisor. A razão entre duas quantidades é indicada pelo sinal :, que apareceu em 1657 numa obra de Oughtred. O sinal ÷, segundo Rouse Ball, resultou de uma combinação de dois sinais existentes - e
:



    Sinais de relação ( =, < e > )

    Robert Recorde, matemático inglês, terá sempre o seu nome apontado na história da Matemática por ter sido o primeiro a empregar o sinal = ( igual ) para indicar igualdade. No seu primeiro livro, publicado em 1540, Record colocava o símbolo entre duas expressões iguais; o sinal = ; constituído por dois pequenos traços paralelos, só apareceu em 1557. Comentam alguns autores que nos manuscritos da Idade Média o sinal = aparece como uma abreviatura da palavra est.

    Guilherme Xulander, matemático alemão, indicava a igualdade , em fins do século XVI, por dois pequenos traços paralelos verticais; até então a palavra aequalis aparecia, por extenso, ligando os dois membros da igualdade.

    Os sinais > ( maior que ) e < ( menor que ) são devidos a Thomaz Harriot, que muito contribuiu com seus trabalhos para o desenvolvimento da análise algébrica.

Portal de Matemática

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Mentes Brilhantes 

 

 Galileu Galilei - Isaac Newton 

Albert Einstein - Stephen Hawking 

 

 


 



 

domingo, 25 de janeiro de 2015

História do Numero 1



ORIGEM DO ZERO

Embora a grande invenção prática do zero seja atribuída aos hindus, desenvolvimentos parciais ou limitados do conceito de zero são evidentes em vários outros sistemas de numeração pelo menos tão antigos quanto o sistema hindu, se não mais. Porém o efeito real de qualquer um desses passos mais antigos sobre o desenvolvimento pleno do conceito de zero - se é que de fato tiveram algum efeito - não está claro.
O sistema sexagesimal babilônico usado nos textos matemáticos e astronômicos era essencialmente um sistema posicional, ainda que o conceito de zero não estivesse plenamente desenvolvido. Muitas das tábuas babilônicas indicam apenas um espaço entre grupos de símbolos quando uma potência particular de 60 não era necessária, de maneira que as potências exatas de 60 envolvidas devem ser determinadas, em parte, pelo contexto. Nas tábuas babilônicas mais tardias (aquelas dos últimos três séculos a.C.)  usava-se um símbolo para indicar uma potência ausente, mas isto só ocorria no interior de um grupo numérico e não no final. Quando os gregos prosseguiram o desenvolvimento de tabelas astronômicas, escolheram explicitamente o sistema sexagesimal babilônico para expressar suas frações, e não o sistema egípcio de frações unitárias. A subdivisão repetida de uma parte em 60 partes menores precisava que às vezes “nem uma parte” de uma unidade fosse envolvida, de modo que as tabelas de Ptolomeu no Almagesto (c.150 d.C.) incluem o símbolo  ou 0 para indicar isto. Bem mais tarde, aproximadamente no ano 500, textos gregos usavam o ômicron, que é a primeira letra palavra grega oudem (“nada”). Anteriormente, o ômicron, restringia a representar o número 70, seu valor no arranjo alfabético regular.
Talvez o uso sistemático mais antigo de um símbolo para zero num sistema de valor relativo se encontre na matemática dos maias das Américas Central e do Sul. O símbolo maia do zero era usado para indicar a ausência de quaisquer unidades das várias ordens do sistema de base vinte modificado. Esse sistema era muito mais usado, provavelmente, para registrar o tempo em calendários do que para propósitos computacionais. 
É possível que o mais antigo símbolo hindu para zero tenha sido o ponto negrito, que aparece no manuscrito Bakhshali, cujo conteúdo talvez remonte do século III ou IV d.C., embora alguns historiadores o localize até no século XII. Qualquer associação do pequeno círculo dos hindus, mais comuns, com o símbolo usado pelos gregos seria apenas uma conjectura.  
Como a mais antiga forma do símbolo hindu era comumente usado em inscrições e manuscritos para assinalar um espaço em branco, era chamado sunya, significando “lacuna” ou “vazio”. Essa palavra entrou para o árabe como sifr, que significa “vago”. Ela foi transliterada para o latim como zephirum ou zephyrum  por volta do ano 1200, mantendo-se seu  som mas não seu sentido. Mudanças sucessivas dessas formas, passando inclusive por zeuero, zepiro e cifre,  levaram as nossas palavras “cifra” e “zero”. O significado duplo da palavra “cifra” hoje - tanto pode se referir ao símbolo do zero como a qualquer dígito - não ocorria no original hindu.  
 
  Fonte. Tópicos de História da Matemática para uso em sala de aula; números e numerais, de Bernard GUNDLACH.
 Portal de Matemática