Símbolo
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Nome | Explicação |
+
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adição
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Lê-se como "mais" Ex: 2+3 = 5, significa que se somarmos 2 e 3 o resultado é 5. |
-
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subtração
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Lê-se como "menos"
Ex: 5-3 = 2, significa que se subtrairmos 3 de 5, o resultado é 2.
O sinal - também denota um número negativo. Por exemplo:
(-6) + 2 = -4. Significa que se somarmos 2 em -6, o resultado é -4. |
/
|
divisão
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Lê-se como "dividido" Ex: 6/2 = 3, significa que se dividirmos 6 por 2, o resultado é 3. |
* ou x
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multiplicação
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Lê-se como "multiplicado" Ex: 8*2 = 16, significa que se multiplicarmos 8 por 2, o resultado é 16. |
=
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igualdade
|
Lê-se como "igual a" Ex: x = y, significa que x e y possuem o mesmo valor. Por exemplo: 3+5 = 7+1 |
N
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números naturais
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N é o conjunto dos números naturais. São os números que vão de 0 a + N = {0,1,2,3,4,...}. O símbolo N* é usado para indicar o conjunto de números naturais não-nulos, ou seja:
N* = {1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, ...}
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Z
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números inteiros
|
O conjunto dos números inteiros é
o conjunto dos números naturais acrescido dos seus opostos negativos. É
representado pela letra Z, devido ao fato da palavra Zahl em alemão significar "número".
Z = {...,-3, -2, -1, 0, 1, 2, 3,...} O símbolo Z* é usado para indicar o conjunto de números inteiros, não-nulos:
Z* = {..., -5, -4, -3, -2, -1, 1, 2, 3, 4, 5, ...}
O símbolo Z+ é usado para indicar o conjunto de números inteiros, não-negativos:
Z+ = {0,1,2,3,4,...}
O símbolo Z- é usado para indicar o conjunto de números inteiros, não-positivos:
Z - = {..., -3, -2, -1, 0}
O símbolo Z*+ é usado para indicar o conjunto de números inteiros positivos:
Z*+ = {1,2,3,4,5, ...}
O símbolo Z*- é usado para indicar o conjunto de números inteiros negativos:
Z*- = {-1, -2, -3, -4, -5...}
N
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quinta-feira, 4 de dezembro de 2014
MATEMÁTICA E AS PROFISSÕES
A Matemática faz parte de quase todas
as profissões. Confira na tabela abaixo as aplicações da Matemática em
algumas das profissões mais tradicionais.
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domingo, 23 de novembro de 2014
Há
números que metem medo e provocam arrepios. São números que desde a
Antiguidade são considerados nefastos, números que se acredita atraírem o
azar ou que, por surgirem situações apocalíticas inspiram receio
universal.
"...É curioso verificar que, dependendo do ponto de vista geográfico e da cultura, o mesmo número pode ser nocivo e temido ou, pelo contrário, pode ser considerado como o número da sorte e portador das mais diversas graças. É isto que acontece com o número 13. Para algumas pessoas (normalmente ocidentais) é um número adverso; para outras é o número da sorte, um excelente talismã que trazem gravado numa pequena medalha.
A Antiguidade greco-latina sentia um certo desamor pelo número 13 porque se seguia ao 12, que se associava à finalização. O número 13, no entanto, era o número sagrado dos mexicanos e do povo do Iucatão.
Os antigos hebreus não consideravam o treze como número azarento; parece que essa qualidade nasceu a partir da condenação de Judas depois da última ceia, pois Jesus e os seus apóstolos somavam doze e a décima terceira pessoa, Judas, revelou ser um traidor...
...Muitos ocidentais renunciariam a comer se tivessem de o fazer numa mesa constituída por treze comensais. Como exemplo, nada melhor do que a seguinte história:
Victor Hugo, o célebre escritor francês, depois de ter sido convidado para um jantar de gala, apercebeu-se de que o número de comensais era treze. Então, em vez de se sentar à mesa, declarou aos presentes: "Queridos amigos, há uma pessoa supersticiosa que não se vai sentar à mesa enquanto o número dos presentes for treze". Um dos convidados perguntou: "E quem é esse imbecil?" Victor Hugo respondeu: "Esse imbecil sou eu". Também se diz que a rainha Isabel II de Inglaterra, quando viaja, examina atentamente os planos de voos, entrevistas e actos protocolares para ter a certeza que neles não figura o número 13.
O Décimo Quarto Comensal
Nestor Roqueplan (1804-1870), redator chefe do Le Fígaro, não era apenas um dandy que cultivava a mais refinada elegância. Levou uma intensa vida social, sempre convidado para jantares e festas, mas tinha um segredo para ser tão querido. No seu cartão de visita, por baixo do nome, onde deveria figurar a sua profissão de jornalista, aparecia a menção: "Décimo quarto".
Oferecia-se , assim, para ser convidado para qualquer reunião ou mesa de treze convidados.
Um caso de medo do 13 na Literatura
Na obra de Machado de Assis, Memórias Póstumas de Brás Cubas, aparece a seguinte passagem:
"Contou-me que o marido ia recusar a nomeação por um motivo que lhe contou só a ela, pedindo-lhe o maior segredo; não podia confessá-lo a mais ninguém.
- É pueril - dissera-lhe-, é ridículo; mas, ao fim e ao cabo, para mim, é um motivo muito forte.
E contou-lhe que o decreto estava datado de 13 e que esse número evocava nele uma recordação funesta. O pai tinha morrido num dia 13, treze dias depois de uma refeição com treze comensais. A casa em que a mãe tinha morrido tinha o número 13. Etc. Era um número fatídico. Não podia alegar isto perante o ministro; dir-lhe-ia que tinha razões pessoais para não aceitar...
No tarô, a carta número 13 corresponde à "Morte".
Assinalemos, para finalizar, algumas consequências práticas do temor reverencial em relação a este número: as companhias aéreas Iberia e Alitalia não têm a fila 13 de assentos em nenhum dos seus aviões; A Renault desenhou os seus modelos de automóveis dos números 3 ao 21, omitindo o modelo 13; em muitas cidades ocidentais não existe em nenhuma rua o nº13; o 13 está igualmente proibido em muitos hotéis, que o omitem na numeração dos quartos....."
O número 13
"...É curioso verificar que, dependendo do ponto de vista geográfico e da cultura, o mesmo número pode ser nocivo e temido ou, pelo contrário, pode ser considerado como o número da sorte e portador das mais diversas graças. É isto que acontece com o número 13. Para algumas pessoas (normalmente ocidentais) é um número adverso; para outras é o número da sorte, um excelente talismã que trazem gravado numa pequena medalha.
A Antiguidade greco-latina sentia um certo desamor pelo número 13 porque se seguia ao 12, que se associava à finalização. O número 13, no entanto, era o número sagrado dos mexicanos e do povo do Iucatão.
Os antigos hebreus não consideravam o treze como número azarento; parece que essa qualidade nasceu a partir da condenação de Judas depois da última ceia, pois Jesus e os seus apóstolos somavam doze e a décima terceira pessoa, Judas, revelou ser um traidor...
...Muitos ocidentais renunciariam a comer se tivessem de o fazer numa mesa constituída por treze comensais. Como exemplo, nada melhor do que a seguinte história:
Victor Hugo, o célebre escritor francês, depois de ter sido convidado para um jantar de gala, apercebeu-se de que o número de comensais era treze. Então, em vez de se sentar à mesa, declarou aos presentes: "Queridos amigos, há uma pessoa supersticiosa que não se vai sentar à mesa enquanto o número dos presentes for treze". Um dos convidados perguntou: "E quem é esse imbecil?" Victor Hugo respondeu: "Esse imbecil sou eu". Também se diz que a rainha Isabel II de Inglaterra, quando viaja, examina atentamente os planos de voos, entrevistas e actos protocolares para ter a certeza que neles não figura o número 13.
O Décimo Quarto Comensal
Nestor Roqueplan (1804-1870), redator chefe do Le Fígaro, não era apenas um dandy que cultivava a mais refinada elegância. Levou uma intensa vida social, sempre convidado para jantares e festas, mas tinha um segredo para ser tão querido. No seu cartão de visita, por baixo do nome, onde deveria figurar a sua profissão de jornalista, aparecia a menção: "Décimo quarto".
Oferecia-se , assim, para ser convidado para qualquer reunião ou mesa de treze convidados.
Um caso de medo do 13 na Literatura
Na obra de Machado de Assis, Memórias Póstumas de Brás Cubas, aparece a seguinte passagem:
"Contou-me que o marido ia recusar a nomeação por um motivo que lhe contou só a ela, pedindo-lhe o maior segredo; não podia confessá-lo a mais ninguém.
- É pueril - dissera-lhe-, é ridículo; mas, ao fim e ao cabo, para mim, é um motivo muito forte.
E contou-lhe que o decreto estava datado de 13 e que esse número evocava nele uma recordação funesta. O pai tinha morrido num dia 13, treze dias depois de uma refeição com treze comensais. A casa em que a mãe tinha morrido tinha o número 13. Etc. Era um número fatídico. Não podia alegar isto perante o ministro; dir-lhe-ia que tinha razões pessoais para não aceitar...
No tarô, a carta número 13 corresponde à "Morte".
Assinalemos, para finalizar, algumas consequências práticas do temor reverencial em relação a este número: as companhias aéreas Iberia e Alitalia não têm a fila 13 de assentos em nenhum dos seus aviões; A Renault desenhou os seus modelos de automóveis dos números 3 ao 21, omitindo o modelo 13; em muitas cidades ocidentais não existe em nenhuma rua o nº13; o 13 está igualmente proibido em muitos hotéis, que o omitem na numeração dos quartos....."
Garcia del Cid
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
O número 12
"...O 12 foi a base de sistemas numéricos, como o dos sumérios da Mesopotâmia desde cerca de 3500 anos a.C. Este sistema, inspirado sem dúvida no ciclo lunar, tinha e ainda tem, a vantagem da sua grande divisibilidade (proporciona um maior número de divisores do que o sistema de base 10). Como reminiscência deste sistema, ainda hoje contamos certos produtos às dúzias.
O 12 tem um significado de completude (talvez derivado dessa maior divisibilidde) que o torna muito apreciado pelos geradores de mitos e religiões. Por essa razão, definiram-se doze signos do zodíaco, dividiu-se o dia em doze horas, o ano em doze meses, doze deuses habitam o Olimpo, houve doze tribos de Israel, e foram doze os apóstolos..."
Garcia Del Cid
terça-feira, 18 de novembro de 2014
Há números que metem medo e provocam arrepios. São números que desde a Antiguidade são considerados nefastos, números que se acredita atraírem o azar ou que, por surgirem situações apocalíticas inspiram receio universal.
O número 11
"...O número 11 tem sido considerado ao longo da história como número abominável, funesto, azíago... Santo Agostinho tinha-o por nefasto, mas não foi o único pensador a considerá-lo assim. Na cabala, o número 11 simboliza as forças ocultas que não estão bem encaminhadas: transição, excesso, perigo, conflito e martírio. Noutros povos e culturas é designado por "número dos pecados", e o "penitente". ...
...O 11 simbolizava para os antigos pais da Igreja o pecado e a depravação. Deduz-se que não conseguiram encontrar nele nenhuma qualidade do seu vizinho, pois excede o número dos mandamentos e é menor do que 12, o número da graça e da perfeição...
...A tradição europeia considera o número 11 como um sinal de discórdia, morte e renascimento. Carl Gustav Jung (1875-1961), psiquiatra suíço, descreveu o número 11 como "um violento e agonizante processo de transformação".
No ocultismo e noutros ramos esotéricos, o 11 é o número do conflito e do martírio. Assim o 11 teria um carácter infernal por representar a desmesura, excesso em relação ao número da perfeição, o 10...
Garcia del Cid
domingo, 16 de novembro de 2014
Jogos Matemáticos
- Raciocínio Aritmético
Calculadora quebrada
- Raciocínio Lógico
PinguinsSapos: Faça com que os sapos machos fiquem á direita e as fêmeas à esquerda
"...Para os pitagóricos, o 10 era "o número do mundo", pois era o dobro da pêntade e era enquanto década, o símbolo do cosmos...
O 10 era para Santo Agostinho o número da justiça e da beatitude, por resultar da soma da criatura, representada pelo 7 com a Trindade, representada pelo 3. Por essa razão argumentava, são dez os mandamentos de Deus...
... Os chineses da Antiguidade relacionavam o 10 com o tempo, no que este representa de mudança e transformação. Tal como no Ocidente a década possui um sentido de completude..."
Garcia del Cid
quinta-feira, 13 de novembro de 2014
O número 9
"...Para os pitagóricos, o 9 era o quadrado do primeiro número masculino e a soma de dois números triângulares consecutivos. Para os hebreus, o 9 era o símbolo da verdade, pelo facto de, quando multiplicado, se reproduzir a si próprio (segundo a adição mística)...
...Para os chineses, o 9 é ao mesmo tempo o princípio e o fim. Representa o último número de uma série e o aparecimento de uma nova realidade num plano superior. Corresponde à imagem de tudo o que aconteceu. É o número dos antecedentes determinantes. Representa o culminar de todo um processo...
García del Cid
quarta-feira, 12 de novembro de 2014
O número 8
"...Para os gregos, do ponto de vista aritmético, o 8 era o segundo número cúbico...Para os chineses havia oito extremos de apuro e eram também oito os vícios na China antiga:fazer o que não se deve, que se designa por "monopolizar"; dar conselhos a quem não está interessado, ou fazer "retórica"; falar para comprazer, ou "lisonjear"; falar sem distinguir o verdadeiro do falso, ou "adular"; gostar de falar mal dos outros, ou "murmurar"; semear a inimizade entre amigos ou parentes, ou "perturbar"; proferir louvores hipócritas e espalhar calúnias para fazer mal aos outros, ou "obrar com malícia"; e tratar as pessoas com dissimulação, sem distinguir o bom do mau, para lhes arrebatar em segredo o que se deseja, o que se designa por "ser salteador". Estes oito vícios prejudicam exteriormente os outros e interiormente o próprio..."
García del Cid
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
De Professor para Professor
“Ser professor,
(Porque tudo na vida tem dois lados)
É privilégio de ser um ator
No palco de um colégio
E fazer cenas de amor
Tornar-se autor,
Mágico e aprendiz
Fazer contas, contos e poesias
Trazer o mundo e a vida
Na ponta de seu giz.
Ser professor,
É não morrer jamais
É renovar a vida
Em cada dia,
Em cada aula,
Em cada aluno,
É aprender sempre
Cada dia mais.
Nada pode ser maior
Do que, sempre insatisfeito,
Querer sempre ser melhor
E fazer tudo direito
Estudar, ler, pesquisar
E nunca estar satisfeito
Isso não é dado a todos
Só alguns têm o direito.
Porque ser professor
É ser um misto de tudo
De ator, de mago, de autor
De piloto, estudante, condutor
E ser quase certo,
Meio louco ou seja lá o que for
Mas antes e acima de tudo
É um OPÇÃO DE AMOR !”
Leo Akio Yokoyama
terça-feira, 4 de novembro de 2014
O número 7
"...A força simbólica do número 7 reside na ideia do triângulo unido ao quadrado, isto é a força e a robustez do 4 apoiadas na elegância e perfeição do 3. Esta associação geométrica tinha o valor de um ciclo completado, a união entre um estado primário e outro secundário. É devido a esta força irradiante do ciclo que os dias da semana são sete e as etapas da vida do homem foram identificadas com períodos de sete anos cada um... Nas palavras de Hipócrates: "O número sete, pelas suas virtudes ocultas, tende a realizar todas as coisas; é o promotor da vida e a fonte de todas as mudanças, pois até a Lua muda de fase de sete em sete dias. Este número influencia todos os seres sublimes".
...Para os Pitagóricos, o 7 era o emblema da virgindade, devido à impossibilidade de se dividir um círculo em sete segmentos iguais numa construção euclidiana, embora seja possível fazê-lo em três e cinco segmentos...
No Islão, o número 7 goza de grande prestígio: há sete céus, sete terras, sete mares; sete são os andares do inferno; dão-se sete voltas em torno do templo de Meca. Há sete noites santas, sete dias nefastos. Devem saltar-se sete vezes as fogueiras do Anzara, nas quais se queimam sete plantas diferentes...
... Na China o número 7 também se identifica com a morte; por isso os dias de luto são sete....
García del Cid
sexta-feira, 24 de outubro de 2014
sábado, 18 de outubro de 2014
2º Encontro Viva a Matemática
Sábado 25 de Outubro de 2014
Universidade Lusíada. Lisboa
Inscrição: 10 euros
2º Encontro Viva a Matemática, é já no próximo dia 25 de
outubro de 2014. O Objetivo do encontro mantém-se e tudo
estamos a fazer para que seja atingido. Relembraremos de um
modo muito especial o notável matemático e pedagogo
português do séc. XX, Sebastião e Silva, por ocasião da
celebração do 100º aniversário do seu nascimento.
"Este encontro, a alegria do conhecimento e do diálogo, a diferença de gerações e de contributos são pontos de não retorno."
O 1º Encontro Viva a Matemática aconteceu no passado dia 18 de outubro de 2013, na Universidade Católica de Lisboa, promovido pelo Colégio de S. Tomás. A riqueza dos contributos e do diálogo entre oradores e participantes, leva-nos a assinalar o início de um novo caminho no estudo e ensino da matemática. "Este encontro, a alegria do conhecimento e do diálogo, a diferença de gerações e de contributos são pontos de não retorno.” Deste diálogo concluímos que:
- A prioridade dos matemáticos e professores de matemática assenta em duas vertentes: desenvolver o conhecimento matemática e passar esse mesmo conhecimento às novas gerações.
- O trabalho que decorre do ponto anterior implica um diálogo. As
diferentes ideias enriquecem o diálogo e mostram o alcance cultural e
educativo que as grandes questões que se colocam têm para todos nós e,
por isso, para as gerações futuras.
- Este encontro, a alegria do conhecimento e do diálogo, a diferença de gerações e de contributos são pontos de não retorno. É nesta constatação que queremos apoiar o futuro.
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